Compartilhe as propostas dessa candidatura!

Thais Ferreira

PSOL · Deputada estadual

Rio de Janeiro
http://southaisferreira.com.br

Por que devemos reformar a política de drogas?

Acreditamos que não há uma solução perfeita para lidar com a questão das drogas. Mas sem dúvida há melhores formas de encarar os problemas causados pela proibição. É chegada a hora de uma política pragmática e eficiente. A regulamentação tem o potencial de trazer bilhões em receitas, criar um novo mercado legal (como vem acontencendo em lugares que estão experimentando alternativas), além de financiar eficazes programas de prevenção (como existem para o uso do cigarro). Mais importante, representa a superação do atual modelo que tira a vida de jovens negros das periferias e que produz umas das polícias que mais matam e morrem no mundo. Acreditamos em uma nova política de drogas, em contraponto a uma guerra cara e ineficiente, e que tem como alvo o encarceramente em massa da população preta. Para isso, precisamos buscar um modelo focado em bases científicas, baseado numa estratégia orientada pela saúde e não calcado em discursos oportunistas e falsos moralismos.

POR UMA COALIZÃO DE CANDIDATURAS PELA REFORMA DA POLÍTICA DE DROGAS

A reforma da política de drogas é uma pauta política central no Brasil. Queremos mapear todas as candidaturas do país que defendem a reforma em três principais pontos que estão em discussão atualmente: a descriminalização do consumo de drogas, a regulamentação da maconha para fins terapêuticos e a regulamentação da maconha.

Conheça as candidaturas


Cadastre aqui sua candidatura

Por meio de um formulário online, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas está mapeando as candidaturas comprometidas com a reforma da política de drogas nacional. Podem responder ao formulário candidatos e candidatas a governos estaduais, ao legislativo federal e estadual e à Presidência da República.

Clique aqui e cadastre sua candidatura

Por que precisamos reformar a política de drogas?

Acreditamos que a difusão de conhecimento é uma das principais ferramentas na construção de uma nova política de drogas. Por isso, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas produziu uma cartilha para ajudar candidatos e candidatas a qualificarem o debate eleitoral sobre drogas neste ano.

Na publicação, é possível entender as diferenças entre legalização, descriminalização e despenalização, conhecer os diferentes modelos de política de drogas ao redor do mundo e compreender os impactos da proibição das drogas na saúde e na segurança públicas.

Clique na imagem para acessar a cartilha

Sobre a PBPD

A Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD) nasceu da necessidade de unir, em rede, especialistas e organizações dedicadas a estudar e a promover a reforma da política de drogas em suas diversas frentes: saúde, segurança pública, acesso à justiça e direitos humanos.

Composta por 50 entidades, a PBPD atua pela redução da violência e dos danos associados a políticas proibicionistas, defendendo normativas e programas que garantam a autonomia, a liberdade e o efetivo direito à saúde. Como não poderia deixar de fazer, também fomenta o debate sobre os efeitos sociais do combate às drogas, pautando as consequências do encarceramento em massa e denunciando a violência e a letalidade policiais.

Organizada em três coordenações – advocacy, produção científica e comunicação – e em três eixos temáticos ( cannabis, cuidado e atenção e violência e encarceramento), a PBPD incide no debate político, apontando evidências científicas e fontes de credibilidade capazes de orientar uma nova política de drogas, mais justa e eficaz.