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Ricardo de Lima

PSOL · Deputado federal

São Paulo
http://facebook.com/as.ricardolima

Por que devemos reformar a política de drogas?

Se faz necessário sobretudo desvelar para a sociedade os estudos sobre as drogas, seu uso e o consumo abusivo situando o indivíduo ou grupo no contexto social e na sociedade, de forma que a sociedade perceba, que a questão do uso abusivo de qualquer substância psicotiva é atribuição da Política de Saúde, e de outras Políticas Públicas e não de segurança pública, ou seja, tirar da égide da Segurança Pública o combate ao Consumo de Droga, e passar para a Saúde a intervenção no uso abusivo de Droga. Mas não é o modelo de Saúde que estamos vivendo, por meio de uma terceirização para Organizações da Sociedade Civil, mas para uma Saúde de responsabilidade do Estado, mas de um Estado Social e Popular não esse Estado, que vive uma virada estrutural da Macro Politica Econômica de Neoliberal, para im Liberalismo mais duro. Ter uma Política de Redução de Danos, com uma maior Capilaridade de CAPS AD, e uma ampla Rede de Atenção Psicossocial para atendimento qualitativo.

POR UMA COALIZÃO DE CANDIDATURAS PELA REFORMA DA POLÍTICA DE DROGAS

A reforma da política de drogas é uma pauta política central no Brasil. Queremos mapear todas as candidaturas do país que defendem a reforma em três principais pontos que estão em discussão atualmente: a descriminalização do consumo de drogas, a regulamentação da maconha para fins terapêuticos e a regulamentação da maconha.

Conheça as candidaturas


Cadastre aqui sua candidatura

Por meio de um formulário online, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas está mapeando as candidaturas comprometidas com a reforma da política de drogas nacional. Podem responder ao formulário candidatos e candidatas a governos estaduais, ao legislativo federal e estadual e à Presidência da República.

Clique aqui e cadastre sua candidatura

Por que precisamos reformar a política de drogas?

Acreditamos que a difusão de conhecimento é uma das principais ferramentas na construção de uma nova política de drogas. Por isso, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas produziu uma cartilha para ajudar candidatos e candidatas a qualificarem o debate eleitoral sobre drogas neste ano.

Na publicação, é possível entender as diferenças entre legalização, descriminalização e despenalização, conhecer os diferentes modelos de política de drogas ao redor do mundo e compreender os impactos da proibição das drogas na saúde e na segurança públicas.

Clique na imagem para acessar a cartilha

Sobre a PBPD

A Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD) nasceu da necessidade de unir, em rede, especialistas e organizações dedicadas a estudar e a promover a reforma da política de drogas em suas diversas frentes: saúde, segurança pública, acesso à justiça e direitos humanos.

Composta por 50 entidades, a PBPD atua pela redução da violência e dos danos associados a políticas proibicionistas, defendendo normativas e programas que garantam a autonomia, a liberdade e o efetivo direito à saúde. Como não poderia deixar de fazer, também fomenta o debate sobre os efeitos sociais do combate às drogas, pautando as consequências do encarceramento em massa e denunciando a violência e a letalidade policiais.

Organizada em três coordenações – advocacy, produção científica e comunicação – e em três eixos temáticos ( cannabis, cuidado e atenção e violência e encarceramento), a PBPD incide no debate político, apontando evidências científicas e fontes de credibilidade capazes de orientar uma nova política de drogas, mais justa e eficaz.