Compartilhe as propostas dessa candidatura!

Prof Cristiano Ricardo

REDE · Deputado federal

São Paulo
http://www.facebook.com/profCristianoRicardo

Por que devemos reformar a política de drogas?

Atualmente, precisamos rediscutir sobre drogas, especialmente sobre a maconha que apresenta-se como uma alternativa para tratamento medicamentoso para algumas doenças tais como a epilepsia, doença de Parkinson, esclerose múltipla, glaucoma, como também como paliativo em casos de câncer, AIDS. Desta forma a liberação de uso para pesquisa e uso clínico é essencial. Atrelado ao uso medicinal, é importante que exista algo além da simples descriminalização, mas junto a reforma da Política de Drogas, encararmos que tanto quanto o álcool, a maconha interfere na percepção espacial, portanto, assim como o álcool, precisa ser identificado e doseado em motoristas, pois a simples descriminalização não interefere na segurança do trânsito. A legalização poderia ser um caminho bom, mas precisamos conversar seriamente sobre o impacto dessa legalização em outras áreas, tais como riscos de teratogenicidade, por exemplo, que precisa estar clara aos usuários, vermos os impactos do cultivo, pois temos exemplos desastrosos em relação ao cultivo de fumo, que causa problemas de saúde ao agricultor, e também causam problemas à população. Usos da maconha, por exemplo, para aplicação tecnológica de sua fibra, bem como extratos para uso como fitofarmaco, acredito que precisam ser regulamentados, para benefício de toda a sociedade.

POR UMA COALIZÃO DE CANDIDATURAS PELA REFORMA DA POLÍTICA DE DROGAS

A reforma da política de drogas é uma pauta política central no Brasil. Queremos mapear todas as candidaturas do país que defendem a reforma em três principais pontos que estão em discussão atualmente: a descriminalização do consumo de drogas, a regulamentação da maconha para fins terapêuticos e a regulamentação da maconha.

Conheça as candidaturas


Cadastre aqui sua candidatura

Por meio de um formulário online, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas está mapeando as candidaturas comprometidas com a reforma da política de drogas nacional. Podem responder ao formulário candidatos e candidatas a governos estaduais, ao legislativo federal e estadual e à Presidência da República.

Clique aqui e cadastre sua candidatura

Por que precisamos reformar a política de drogas?

Acreditamos que a difusão de conhecimento é uma das principais ferramentas na construção de uma nova política de drogas. Por isso, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas produziu uma cartilha para ajudar candidatos e candidatas a qualificarem o debate eleitoral sobre drogas neste ano.

Na publicação, é possível entender as diferenças entre legalização, descriminalização e despenalização, conhecer os diferentes modelos de política de drogas ao redor do mundo e compreender os impactos da proibição das drogas na saúde e na segurança públicas.

Clique na imagem para acessar a cartilha

Sobre a PBPD

A Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD) nasceu da necessidade de unir, em rede, especialistas e organizações dedicadas a estudar e a promover a reforma da política de drogas em suas diversas frentes: saúde, segurança pública, acesso à justiça e direitos humanos.

Composta por 50 entidades, a PBPD atua pela redução da violência e dos danos associados a políticas proibicionistas, defendendo normativas e programas que garantam a autonomia, a liberdade e o efetivo direito à saúde. Como não poderia deixar de fazer, também fomenta o debate sobre os efeitos sociais do combate às drogas, pautando as consequências do encarceramento em massa e denunciando a violência e a letalidade policiais.

Organizada em três coordenações – advocacy, produção científica e comunicação – e em três eixos temáticos ( cannabis, cuidado e atenção e violência e encarceramento), a PBPD incide no debate político, apontando evidências científicas e fontes de credibilidade capazes de orientar uma nova política de drogas, mais justa e eficaz.