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Lino Peres

PT · Deputado federal

Santa Catarina
http://professorlinoperes.com.br

Por que devemos reformar a política de drogas?

Deve-se reformar a atual política de drogas, que de fato é antidrogas, para uma política abrangente que signifique a descriminalização das drogas, tratamento clínico e psicológico digno às vítimas do consumo de drogas, liberação das drogas, as com tratamento de inteligência ao mercado de drogas e sua regulamentação nos moldes do Uruguai. Esta política que deve ser de caráter estrutural vem acompanhada com a desmiltiarização do política e a construção de uma polícia cidadã e que proteja efetivamente as comunidades com sua participação, políticas integradas de emprego e geração de renda e promoção ampla de políticas sociais que eleve a cidadania nos bairros e desencarceramento prisional com política efetiva de reintegração d@s pres@s com a humanização das cárceres através de geração de renda, educação ocupacional, emprego e educação cidadã. Todas estas políticas devem passar por uma atenção especial à população negra encarcerada e, que somente em SC são a metade da população presa, quando ela representa 16% da população do estado, e políticas amplas afirmativas para a população negra, cuja a juventude é a mais atingida, por meio das políticas de cota, geração de renda, como foi o Programa Terra Negra na gestão dos governos Lula e Dilma e demais políticas diferenciadas para esta população tão sofrida.

POR UMA COALIZÃO DE CANDIDATURAS PELA REFORMA DA POLÍTICA DE DROGAS

A reforma da política de drogas é uma pauta política central no Brasil. Queremos mapear todas as candidaturas do país que defendem a reforma em três principais pontos que estão em discussão atualmente: a descriminalização do consumo de drogas, a regulamentação da maconha para fins terapêuticos e a regulamentação da maconha.

Conheça as candidaturas


Cadastre aqui sua candidatura

Por meio de um formulário online, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas está mapeando as candidaturas comprometidas com a reforma da política de drogas nacional. Podem responder ao formulário candidatos e candidatas a governos estaduais, ao legislativo federal e estadual e à Presidência da República.

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Por que precisamos reformar a política de drogas?

Acreditamos que a difusão de conhecimento é uma das principais ferramentas na construção de uma nova política de drogas. Por isso, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas produziu uma cartilha para ajudar candidatos e candidatas a qualificarem o debate eleitoral sobre drogas neste ano.

Na publicação, é possível entender as diferenças entre legalização, descriminalização e despenalização, conhecer os diferentes modelos de política de drogas ao redor do mundo e compreender os impactos da proibição das drogas na saúde e na segurança públicas.

Clique na imagem para acessar a cartilha

Sobre a PBPD

A Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD) nasceu da necessidade de unir, em rede, especialistas e organizações dedicadas a estudar e a promover a reforma da política de drogas em suas diversas frentes: saúde, segurança pública, acesso à justiça e direitos humanos.

Composta por 50 entidades, a PBPD atua pela redução da violência e dos danos associados a políticas proibicionistas, defendendo normativas e programas que garantam a autonomia, a liberdade e o efetivo direito à saúde. Como não poderia deixar de fazer, também fomenta o debate sobre os efeitos sociais do combate às drogas, pautando as consequências do encarceramento em massa e denunciando a violência e a letalidade policiais.

Organizada em três coordenações – advocacy, produção científica e comunicação – e em três eixos temáticos ( cannabis, cuidado e atenção e violência e encarceramento), a PBPD incide no debate político, apontando evidências científicas e fontes de credibilidade capazes de orientar uma nova política de drogas, mais justa e eficaz.