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Lídia Graniska

PV · Deputada federal

Paraná

Por que devemos reformar a política de drogas?

Devemos descriminalizar e legalizar a política de drogas no Brasil, porque é um assunto de saúde e segurança pública. este tipo de politica está sendo adotado em vários países como: Holanda, Portugal, Israel, Canadá, Suíça, parte dos estados EUA, Uruguay... E os resultados estão sendo satisfatórios.

O uso "medicinal" melhora substancialmente a qualidade de vida das pessoas portadoras de doenças raras como: Síndrome de Dravet e epilepsias de dificil tratamento com remédios convencionais ( sem contar que são drogas licitas e prescritas pelos médicos). É utilizada como tratamento coadjuvante para pacientes com câncer, pós quimioterapia, pois ameniza os sintomas como: enjoos aumentando o apetite.


O uso medicinal da maconha , é benéfico também no tratamento para outras patologias como: fibromialgia, glaucoma, insonia, artrite reumatoide, entre outras doenças. E tem muitos estudos sendo feitos por neurocientistas comprovando a melhora em pacientes que fazem uso medicinal.


A forma recreacional, por sua vez, vai fazer com que o governo detenha maior controle, pois legalizando a maconha, vai poder regulamentar e estabelecer critérios como: quem vai produzir, onde sera vendido, preço, tributação, quantidade que poderá ser comprada ...


Descriminalizando e legalizando a maconha faz com que haja diminuição da violência gerada pelo trafico, impedindo de certa forma o contato dos jovens com o crime organizado.


Por outro lado, gera riquezas porque novos produtos serão industrializados aqui dentro como: Industria cosmética, farmacêutica, tecidos, aumentando numero de diferentes empregos o que gera tributos, que deverão ser direcionados para: saúde, educação ciência e tecnologia.

POR UMA COALIZÃO DE CANDIDATURAS PELA REFORMA DA POLÍTICA DE DROGAS

A reforma da política de drogas é uma pauta política central no Brasil. Queremos mapear todas as candidaturas do país que defendem a reforma em três principais pontos que estão em discussão atualmente: a descriminalização do consumo de drogas, a regulamentação da maconha para fins terapêuticos e a regulamentação da maconha.

Conheça as candidaturas


Cadastre aqui sua candidatura

Por meio de um formulário online, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas está mapeando as candidaturas comprometidas com a reforma da política de drogas nacional. Podem responder ao formulário candidatos e candidatas a governos estaduais, ao legislativo federal e estadual e à Presidência da República.

Clique aqui e cadastre sua candidatura

Por que precisamos reformar a política de drogas?

Acreditamos que a difusão de conhecimento é uma das principais ferramentas na construção de uma nova política de drogas. Por isso, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas produziu uma cartilha para ajudar candidatos e candidatas a qualificarem o debate eleitoral sobre drogas neste ano.

Na publicação, é possível entender as diferenças entre legalização, descriminalização e despenalização, conhecer os diferentes modelos de política de drogas ao redor do mundo e compreender os impactos da proibição das drogas na saúde e na segurança públicas.

Clique na imagem para acessar a cartilha

Sobre a PBPD

A Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD) nasceu da necessidade de unir, em rede, especialistas e organizações dedicadas a estudar e a promover a reforma da política de drogas em suas diversas frentes: saúde, segurança pública, acesso à justiça e direitos humanos.

Composta por 50 entidades, a PBPD atua pela redução da violência e dos danos associados a políticas proibicionistas, defendendo normativas e programas que garantam a autonomia, a liberdade e o efetivo direito à saúde. Como não poderia deixar de fazer, também fomenta o debate sobre os efeitos sociais do combate às drogas, pautando as consequências do encarceramento em massa e denunciando a violência e a letalidade policiais.

Organizada em três coordenações – advocacy, produção científica e comunicação – e em três eixos temáticos ( cannabis, cuidado e atenção e violência e encarceramento), a PBPD incide no debate político, apontando evidências científicas e fontes de credibilidade capazes de orientar uma nova política de drogas, mais justa e eficaz.