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Carlos Minc

PSB · Deputado estadual

Rio de Janeiro
https://www.facebook.com/carlosminc/

Por que devemos reformar a política de drogas?

Há que legalizar a maconha e descriminalizar de fato o usuário. Há que impedir a prisão de milhares de jovens sem antecedentes, armas ou violência, que saem do sistema penal sem passar por qualquer ressocialização, se tornando realmente perigosos. Uma política eficaz de Segurança Pública tem muitos componentes, como qualificação, polícia de proximidade, investigação - combinada com esforço e educação integral e programas sociais em favelas. Mas sem uma profunda reforma na política carcerária e na Lei de Drogas, os presídios seguirão como Quartel General do crime, e continuarão as mortes, violências e prisões injustas. Já com relação a maconha medicinal, sou a favor de que as pesquisas científicas e a regulamentação do cultivo desta planta avancem no Brasil, pois os ganhos para a qualidade de vida dos pacientes são significativos. É necessário reconhecer a demanda das mães, pacientes e familiares que lutam pelo acesso à saúde, qualidade e manutenção da própria vida ou da dos filhos, através da utilização de substâncias presentes na maconha que são usadas para fins terapêuticos como, por exemplo, no tratamento de doenças cerebrais.

POR UMA COALIZÃO DE CANDIDATURAS PELA REFORMA DA POLÍTICA DE DROGAS

A reforma da política de drogas é uma pauta política central no Brasil. Queremos mapear todas as candidaturas do país que defendem a reforma em três principais pontos que estão em discussão atualmente: a descriminalização do consumo de drogas, a regulamentação da maconha para fins terapêuticos e a regulamentação da maconha.

Conheça as candidaturas


Cadastre aqui sua candidatura

Por meio de um formulário online, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas está mapeando as candidaturas comprometidas com a reforma da política de drogas nacional. Podem responder ao formulário candidatos e candidatas a governos estaduais, ao legislativo federal e estadual e à Presidência da República.

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Por que precisamos reformar a política de drogas?

Acreditamos que a difusão de conhecimento é uma das principais ferramentas na construção de uma nova política de drogas. Por isso, a Plataforma Brasileira de Política de Drogas produziu uma cartilha para ajudar candidatos e candidatas a qualificarem o debate eleitoral sobre drogas neste ano.

Na publicação, é possível entender as diferenças entre legalização, descriminalização e despenalização, conhecer os diferentes modelos de política de drogas ao redor do mundo e compreender os impactos da proibição das drogas na saúde e na segurança públicas.

Clique na imagem para acessar a cartilha

Sobre a PBPD

A Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD) nasceu da necessidade de unir, em rede, especialistas e organizações dedicadas a estudar e a promover a reforma da política de drogas em suas diversas frentes: saúde, segurança pública, acesso à justiça e direitos humanos.

Composta por 50 entidades, a PBPD atua pela redução da violência e dos danos associados a políticas proibicionistas, defendendo normativas e programas que garantam a autonomia, a liberdade e o efetivo direito à saúde. Como não poderia deixar de fazer, também fomenta o debate sobre os efeitos sociais do combate às drogas, pautando as consequências do encarceramento em massa e denunciando a violência e a letalidade policiais.

Organizada em três coordenações – advocacy, produção científica e comunicação – e em três eixos temáticos ( cannabis, cuidado e atenção e violência e encarceramento), a PBPD incide no debate político, apontando evidências científicas e fontes de credibilidade capazes de orientar uma nova política de drogas, mais justa e eficaz.